POLITICA
Para Botelho estão fazendo demagogia em cima da concessão da BR-163
JB News
Por Alisson Gonçalves
O presidente da ALMT Eduardo Botelho (UB),em entrevista a imprensa falou sobre a aprovação de projeto de lei que limita cobrança de (ICMS), de 17% para todos os estados.
Em sua opinião, Botelho diz que essa projeto deve diminuir sim o preço nas bombas por enquanto, porém não significa que o preço dos combustíveis não vai mais subir.
Além disse Botelho disse que o estado ainda vai ter prejuízo, no setor do etanol, principalmente em MT que é o maior produtor de álcool.
Sendo questionado sobre a audiência pública que aconteceu nesta terça-feira sobre a duplicação da BR-163.
Segundo Botelho já estão fazendo demagogia em cima do assunto.
““Quando ficam só de conversa para mim é demagogia,não tem solução. Eu estou fora desse assunto, vou continuar cobrando porque é preciso apresentar solução. Essa audiência pública de ontem foi bom para isso,mostrou que só esta tendo conversa fiada”, disse Botelho à imprensa.
A crítica de Botelho é porque foi apresentado que para um nova empresa administrar, o tempo para a nova licitação demoraria por 2 anos ou seja só em 2024.
Além disso botelho disse que,proposta de querer fazer MT investir por meio da MT-Par, é querer chamar o governo federal de incompetente.
A proposta foi feita pelo Senador Wellington Fagundes (PL), em sua proposta o senador ressalta que a concessão da BR-163 seja feita por meio de uma (PPP)
Parceria Público-Privada, e que o estado de MT poderia fazer o Investimento com a empresa MT-Par.
Para finalizar o deputado informou que a audiência pública que seria realizada em Lucas do Rio Verde, para debater a duplicação da BR-163, vai ser cancelada, segundo o parlamentar com essa demagogia que estão fazendo é melhor ele ficar fora desse assunto.
POLITICA
Pivetta rebate críticas Lula, diz VLT era “inviável” e garante definição de veículo e entrega do novo modal até o fim do mandato, “ Um verdadeiro pepino” VEJA O VÍDEO
JB News
pir Nayara Cristina
lula critica “obra sem fim” em cuiabá, e pivetta reage ao embate sobre futuro do transporte coletivo
A recente troca de críticas entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador em exercício Otaviano Pivetta reacendeu um dos capítulos mais emblemáticos e prolongados da infraestrutura urbana de Mato Grosso: o impasse envolvendo os modais de transporte coletivo entre Cuiabá e Várzea Grande.
Durante agenda recente, Lula fez críticas diretas à descontinuidade do projeto do VLT e à substituição pelo BRT, classificando o caso como exemplo de obras públicas paralisadas e decisões que resultam em desperdício de recursos. O presidente citou, inclusive, o fato de os vagões originalmente adquiridos para Cuiabá terem sido vendidos ao governo da Bahia e hoje estarem em operação em Salvador. Para ele, a situação evidencia falhas de gestão e a interrupção de projetos por motivações políticas, ressaltando que, na capital mato-grossense, “nem o VLT, nem o BRT, nem qualquer solução está funcionando” .
A crítica ocorre sobre um histórico que se arrasta há mais de uma década. O VLT começou a ser implantado em 2012 como uma das principais obras de mobilidade para a Copa do Mundo de 2014, com previsão de ligar pontos estratégicos entre Cuiabá e Várzea Grande. No entanto, o projeto foi interrompido em 2015 em meio a investigações sobre irregularidades e suspeitas de fraudes, tornando-se símbolo de atrasos e problemas administrativos . Em 2020, o governo estadual decidiu abandonar definitivamente o modelo e substituí-lo pelo BRT, alegando inviabilidade econômica e técnica do sistema sobre trilhos.
Apesar da mudança, o BRT também não avançou no ritmo esperado. As obras seguem incompletas, com sucessivos entraves contratuais e operacionais, alimentando a percepção de um ciclo contínuo de indefinições. Dados recentes apontam que o novo sistema ainda não alcançou sequer um terço da execução prevista .
A resposta de Pivetta veio em tom firme. O governador rebateu as declarações do presidente e afirmou que Lula não possui conhecimento técnico suficiente para avaliar a viabilidade dos modais. Segundo ele, o VLT era “completamente inviável” desde sua concepção, destacando que houve erros estruturais no projeto, como a compra antecipada dos trens antes mesmo da conclusão da infraestrutura. Pivetta classificou o legado recebido como um “pepino” herdado de gestões anteriores e defendeu que a venda dos vagões foi uma solução para reduzir prejuízos e viabilizar um novo modelo de transporte mais moderno e eficiente .
O governador também afirmou que os recursos obtidos com a venda dos trens serão integralmente destinados à implantação de um sistema atualizado, com possibilidade de incorporar novas tecnologias e fontes energéticas, como etanol, biodiesel e energia solar. Embora mantenha o BRT como base, ele não descartou a análise de outros formatos de transporte coletivo, indicando que a decisão final ainda está em avaliação técnica.
O embate político ocorre em meio a uma população que convive há anos com obras inacabadas, desvios viários e a ausência de um sistema estruturado de mobilidade urbana. O caso do VLT/BRT tornou-se um símbolo local de promessas não cumpridas, mudanças de rumo e disputas entre diferentes gestões.
Agora, com o debate reaberto em nível nacional, a pressão aumenta para que o Estado finalmente apresente uma solução definitiva. Enquanto isso, Cuiabá e Várzea Grande seguem aguardando o desfecho de uma obra que começou há mais de uma década e que ainda não conseguiu sair do papel — independentemente do modal escolhido.
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