Geral

MT registrou 5 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas

Publicados

em

Dados da (SES/MT) Secretária Estadual de Saúde de MT,registrou 5 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas.

Além das 5 mortes confirmados pelos vírus, cerca 1.325 novos casos também foram confirmados.Com esse levantamento MT passa a registrar desde o começo da pandemia, cerca de 711.482 casos e um total de 14.759 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Os dados apontam uma pequena queda em número de mortes causado pelaa Covid-19 em MT,por isso alguns municipios de MT estão voltando ao normal com seus comércios e até a exigência da máscara está sendo descartada.

Mesmo assim vale lembrar que é necessário que as pessoas continuem com medidas de Biossegurança segurança,como lavar sempre as mãos com álcool em gel, evitar aglomeração e se vacinar seja com a primeira,segunda e até a terceira dose de reforço contra Covid-19.

Os municípios que está com alto índice de contaminação são:Cuiabá (126.750), Várzea Grande (51.881), Rondonópolis (42.834), Sinop (33.211), Tangará da Serra (23.028), Lucas do Rio Verde (22.516), Primavera do Leste (21.623), Sorriso (20.785), Cáceres (16.641) e Barra do Garças (13.834).

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Polícia Civil fecha distribuidora usada como fachada para o tráfico e prende três em Várzea Grande

Geral

Policial penal de Tangará da Serra é condenado a mais de 11 anos por esquema de tráfico e corrupção dentro de presídio

Publicados

em

Por

JB News

Por Emerson Teixeira

A condenação de um policial penal por envolvimento em um esquema de entrada de celulares e drogas no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Tangará da Serra expõe uma grave quebra de confiança dentro do sistema prisional de Mato Grosso. A sentença foi assinada pelo juiz Ricardo Frazon Menegucci, que reconheceu a prática de tráfico de drogas, corrupção passiva e facilitação da entrada de aparelhos telefônicos na unidade.

Segundo a decisão judicial, o servidor se aproveitou da função pública para introduzir de forma clandestina celulares, acessórios e entorpecentes dentro do presídio, beneficiando detentos e recebendo vantagens indevidas para isso. Em uma das situações investigadas, ficou comprovado que ele recebeu R$ 2,5 mil para facilitar a entrada de um aparelho celular no interior da unidade prisional.

As investigações reuniram um conjunto de provas que incluiu apreensão de celulares, drogas e acessórios, além de depoimentos de testemunhas e imagens do sistema de monitoramento interno. O processo apontou que o policial utilizava o acesso privilegiado a áreas restritas do CDP para viabilizar a entrada dos materiais ilícitos, driblando a fiscalização interna.

Leia Também:  Justiça recebe denúncia contra mulher que matou adolescente grávida que responderá por 8 crimes 

Em um dos episódios, ele foi flagrado ao tentar ingressar novamente com celulares e acessórios no presídio, mas acabou interceptado antes de concluir a ação. Em outro caso, ficou comprovada a entrada de porções de maconha e cocaína destinadas a presos da unidade.

Na sentença, o magistrado ressaltou a gravidade da conduta, principalmente pelo fato de o condenado ser um agente público encarregado de zelar pela segurança do sistema prisional. Para o juiz, a atuação do servidor comprometeu a confiança da administração pública e fortaleceu a atuação de grupos criminosos dentro do cárcere.

Ao final do julgamento, o policial penal foi condenado a 11 anos e 6 meses de reclusão, além de 5 meses e 18 dias de detenção, em razão do concurso material dos crimes, e ao pagamento de multa. A decisão também determinou a perda do cargo público e do porte de arma, por incompatibilidade entre a permanência na função e a gravidade dos crimes praticados.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

POLÍTICA

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA